Olhares na Festa (Ep1-Ele)

VISÃO DELEFEATURED

1/9/2026

Beijo possessivo e profundo na festa deixa os dois em chamas. Ele manda mensagens cheias de desejo, louco pra revê-la. Ela responde com charme provocante, controlada por fora, mas encharcada de vontade por dentro. A tensão explode no próximo encontro.

Alex, 29 anos, designer gráfico freelancer, vive entre deadlines noturnos e treinos pesados. Solteiro há quase um ano, ele quase não sai, mas topou o convite do amigo para a festa no loft badalado. Chegou meio cansado, mas o clima de música alta e drinks o animou.Ele a viu logo: Sofia, sorrindo perto do bar, o vestido preto abraçando as curvas dela de um jeito que o fez prender a respiração. Os olhares se cruzaram repetidas vezes — curiosos, depois famintos. Ele se aproximou, pediu uma bebida pra ela, e a conversa rolou solta: viagens, filmes cult, sonhos loucos. Risadas altas, toques leves no braço que iam ficando mais demorados.Depois de algumas doses, dançaram colados. A química era impossível ignorar. Na varanda, com a cidade brilhando lá embaixo, ele não aguentou mais. Puxou ela pela nuca com firmeza, dedos enroscados no cabelo dela, inclinando a cabeça dela pra cima enquanto a outra mão descia possessiva pela cintura, colando o corpo dela no seu. O beijo começou lento, lábios se roçando como provocação, mas logo virou fome: a língua dele invadiu a boca dela com urgência, explorando profunda e ritmada, como se quisesse devorá-la. Ele mordiscou o lábio inferior dela com força suficiente pra arrancar um gemidinho baixo, depois sugou a língua dela devagar, sentindo o corpo dela tremer contra o seu. As mãos dela agarraram a camisa dele com desespero, e ele apertou ainda mais a nuca, controlando o ritmo, aprofundando cada movimento até os dois ficarem sem ar, o desejo pulsando visivelmente no corpo dele.Quando se separaram, ofegantes, sorriram com um brilho cúmplice nos olhos. Trocaram números antes de se despedir, a promessa no ar.Nos dias seguintes, o beijo não saía da cabeça dele — o gosto dela, o calor da boca, a forma como ela se entregou. Ele não conseguia se segurar e mandava mensagens quase todos os dias, mostrando claramente a vontade:"Não consigo parar de reviver aquele beijo na varanda… seu gosto ainda tá na minha boca. Tô louco pra te ver de novo, Sofia. Quando a gente marca algo?""Você tá livre esse fim de semana? Porque eu não aguento mais só lembrar, quero te sentir de novo."Ela respondia sempre com um tom leve, simpático, mas sem se entregar tanto — e isso só aumentava a vontade dele. Ele sabia que ela sentia algo, mas a forma como ela mantinha o jogo o deixava ainda mais ansioso, quase obcecado por quebrar essa barreira.