A Consulta Inesperada

HETERO

1/9/2026

Homem de 45 anos, alto e muito bem-dotado, vai a uma consulta de oftalmologia em SP e se depara com a Dra. Paula, uma japonesa linda e sensual de ~37 anos. A atração explode durante o exame: ela percebe o volume na bermuda dele, brinca que “pena não ser urologista”, e isso vira o estopim. Eles transam intensamente no consultório — sexo oral, penetração profunda (ela goza várias vezes), e ele termina gozando na boca dela. Tudo em 30 minutos. Ela revela fantasias realizadas e pede que ele espere para uma segunda rodada, agora com anal.

Aos 45 anos, depois de uma vida inteira usando óculos, decidi que era hora de uma revisão decente. Moro no centro de São Paulo, o trânsito é infernal e minha oftalmologista de sempre tinha mudado de bairro. Folheei o catálogo do plano de saúde e marquei com uma médica cujo consultório ficava a apenas quinze minutos a pé de casa. Nome bonito, endereço conveniente, avaliação alta. Perfeito.Cheguei pontualmente numa tarde abafada de verão. O ar-condicionado do consultório era daqueles que gelam até a alma. Entrei na sala de exame e quase tropecei na própria surpresa.Ela se apresentou como Dra. Paula Kimura. Uns 36, talvez 37 anos. Japonesa, pele impecável, olhos de um castanho-claro quase âmbar, cabelo liso num tom mel que caía um pouco abaixo dos ombros. Estatura média, corpo esguio, cintura fina, curvas discretas mas muito bem desenhadas. Vestia o clássico jaleco branco sobre uma blusa justa de tecido leve. Quando sorriu e estendeu a mão, senti um choque elétrico discreto.Fizemos o ritual de sempre: histórico, sintomas, rotina de uso dos óculos. A voz dela tinha um timbre rouco-doce, quase hipnótico. Quando chegou a hora de medir a pressão intraocular, ela se aproximou bastante. O aparelhinho azul encostou no meu olho, o rosto dela a uns dez centímetros do meu. Senti o perfume suave e o hálito morno, levemente mentolado. Meu corpo reagiu imediatamente. Eu estava de bermuda jeans surrada e camiseta — roupa leve demais para o calor lá fora, pouca proteção para o que estava acontecendo dentro de mim.Ela terminou os exames, acendeu as luzes principais e disse, com um sorriso profissional:— Seu grau se manteve estável. Para 45 anos, sua visão está excelente, pode se orgulhar.Levantei da cadeira reclinável e, ao me virar para pegar a mochila, percebi que não tinha como esconder. Vinte e três centímetros de pura excitação não respeitam bermudas, muito menos jeans. O volume era escandaloso.Ela viu. Não disfarçou que viu.E então, com um sorrisinho torto e um brilho diferente nos olhos, soltou baixinho:— Nossa… pena que eu não sou urologista.Foi a faísca.Olhei diretamente para ela e respondi, sem pensar duas vezes:— Doutora, pode examinar o que quiser. Estou à disposição.O rosto dela corou na hora. O frio do ar-condicionado denunciava os mamilos endurecidos marcando a blusa fina por baixo do jaleco. Ela respirou fundo, hesitou uns dois segundos e murmurou, quase como se falasse sozinha:— Meu Deus… isso nunca aconteceu comigo. Me separei há seis meses. Estou há muito tempo sem… e o senhor… mexeu comigo.Não precisei de mais convite.Me aproximei, segurei seu rosto com as duas mãos e a beijei com fome. Ela correspondeu na mesma intensidade, pequena e delicada contra meu 1,90m e meus oitenta quilos. Tirei o jaleco dela, depois a blusa. Os seios eram pequenos, firmes, bicos escuros e duros. Chupei com vontade, mordiscando de leve. Ela gemia baixinho, tremia, agarrava meu cabelo.De repente ela se soltou, caiu de joelhos e abriu minha bermuda com mãos nervosas. Quando meu pau saltou livre, ela arregalou os olhos e soltou um “caralho…” quase inaudível.— Isso aqui vai me destruir… nunca vi um tão grande…Não respondi. Apenas segurei a nuca dela com cuidado e guiei até minha boca. Ela chupou com vontade, lambia as bolas, tentava engolir mais, mas era impossível. Parei antes que eu explodisse ali mesmo.Levantei ela, sentei-a na própria maca de exame, tirei a calça social e a calcinha dela num movimento só. A bucetinha era lisinha, pequena, já molhada. Ajoelhei e ataquei com a língua. Chupei, lambi, brinquei com o clitóris, desci até o cuzinho apertado e rosado. Ela se contorcia, puxava meu cabelo, chamava de safado, pedia mais.Quando sentiu o primeiro orgasmo chegando, avisei com a voz rouca:— Goza na minha boca.Ela gozou forte, tremendo inteira. Enquanto ainda pulsava, enfiei um dedo devagar no cuzinho dela. Ela gritou de prazer, corpo arqueando.— Levanta… vem… enfia esse pau todo em mim… agora…Apoiada na borda da maca, pernas abertas, ela me recebeu. Entrei devagar no começo, mas ela queria tudo. Forcei até o fundo. Vinte e três centímetros dentro daquela bucetinha apertada. Ela gemia alto, gozava de novo, e de novo, e de novo. Em menos de dez minutos, acho que foram pelo menos quatro orgasmos seguidos. O corpo dela tremia incontrolável.Quando finalmente se acalmou um pouco, olhou pra mim com os olhos vidrados e disse:— Agora é sua vez, tesudo. Onde você quer gozar?— Na sua boca. Quero que engula tudo.Ela sorriu safada, ajoelhou de novo e me chupou com uma vontade louca. Lambeu saco, lambeu até meu cu, cheirava, babava, gemia. Quando senti o gozo vindo, avisei:— Abre a boca… vou encher ela.Abriu. Gozei como nunca. Jatos grossos enchendo a boca dela. Ela tentou engolir tudo, mas escorreu pelos cantos, pingou no queixo. Engoliu o que conseguiu, lambeu os lábios e sorriu, satisfeita.Sentamos um pouco na mesma maca, ofegantes. Ela apoiou a cabeça no meu peito e falou baixinho:— Sempre tive fantasia de transar aqui no consultório… meu ex nunca topou. E… bom… nunca imaginei que seria com um pau desses. Você realizou as duas fantasias de uma vez.Olhou o relógio. Ainda tinha duas pacientes na agenda.— Se você puder esperar lá fora… depois do último paciente… a gente continua. Com mais calma. E dessa vez… — ela fez uma pausa, mordeu o lábio — …quero sentir esse mastro no meu cuzinho.Saí da sala com as pernas bambas, sentei na sala de espera e esperei.E, sim, esperei.